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Esclarecimentos sobre Índice IGC.

A Direção do CESA vem por meio desta nota esclarecer à comunidade em geral, sobre o teor de matéria veiculada nas mídias regional e nacional sobre notas do IGC e CPC a respeito dos cursos do Centro de Ensino Superior de Arcoverde – CESA.

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Esclarecimentos sobre o Índice IGC

O principal indicador de qualidade das Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil é o Índice Geral de Cursos (IGC). Em uma escala que vai de 1 a 5, o índice leva em conta a situação de cursos de graduação, através da média dos últimos resultados disponíveis do Conceito Preliminar de Cursos (CPC) dos cursos avaliados da instituição no ano do cálculo e nos dois anteriores, ponderada pelo número de matrículas em cada um dos cursos computados, e também a nota Capes, que mede o desempenho na pós-graduação (mestrado e doutorado).

Durante o último ciclo de avaliação, realizado em 2014, o Ministério da Educação (MEC) classificou diversos cursos superiores e os resultados foram divulgados recentemente no portal do Inep. Cada área do conhecimento é avaliada de três em três anos pelo Enade. Por isso, o IGC tem como base os cursos avaliados nos últimos 3 anos pelo MEC.

As instituições que não conseguem atingir 3 pontos no IGC são consideradas insatisfatórias e entram na mira do MEC, podendo sofrer sanções e medidas para sanar os problemas encontrados pelo ministério.

Pois bem. Com tal notícia tomando os principais meios de comunicação, parte da imprensa local, de maneira leviana e irresponsável, divulgou informações errôneas, tiradas de seu contexto original, com o propósito único de macular a imagem de nossa instituição sem a devida indagação do fato, bem como o devido direto de esclarecimento.

Assim, na posição de diretor do CESA, sinto-me na obrigação de realizar alguns esclarecimentos.

Enquanto uma reportagem sustenta que o CESA estava entre as piores instituições do Brasil e utiliza dados desatualizados de 2013, cujo IGC, à época, era de 1,212, desconsiderou totalmente o conceito publicado na avaliação atual, que é de 1,944 (2014). Tal índice já passa a refletir o investimento feito pela IES em apenas um ano na melhoria da avaliação, fruto de melhorias na infraestrutura, renovação de todo o acervo bibliográfico, capacitação de professores e mudanças na estrutura didático-pedagógica. A nota atual de 1,944 deixa-nos a apenas 0,002 do índice IGC 3.

Outra reportagem trata especificamente do curso de Biologia, o qual, dentre todos os cursos avaliados no CESA, apresentou a maior melhora na comparação entre suas duas últimas avaliações, passando da nota 0,788 em 2011, para a de 1,788 em 2014. Cabe ressaltar ainda que, atualmente, o curso de Biologia é o que possui o maior número de professores especializados, contando com mestres, doutores e um pós-doutor, além de respeitáveis especialistas com vastos anos de experiência na formação de profissionais.

Tivemos acentuada melhoria nos cursos de Matemática e História, ambos com IGC 3, colocando-nos entre os melhores do estado. No ano de 2008 o curso de História estava entre os 5 piores do Brasil com IGC 1, realidade diferente da atual.

Em ambas as avaliações, o que nos prejudicou de forma direta foi nosso regime de trabalho, que em uma conceituação de 0 a 5, apresentou a nota mais baixa de todas, devido tão somente ao regime horista ainda vigente na AESA. Essa nota corresponde a 30% da nota do ENADE e compõe, por conseguinte, parte do IGC. Esclareço que a modificação do regime de trabalho do CESA foi defendida pela Direção desde os primórdios de nossa gestão, mas não nos cabe a tomada de decisão administrativa de tal modelo, sendo responsabilidade administrativa da autarquia e não de suas faculdades.

Direcionado a notícia em questão, esclarecemos a toda comunidade docente, discente, funcionários/as e à comunidade em geral, que o curso de Biologia do CESA não teve seu nome citado ou publicado por outra forma em nenhuma lista do MEC. Os despachos do MEC foram publicados no último de 23/12/2015 sob os números 97, 98 e 99. Esse último, lista de forma clara, o nome dos 68 cursos que não poderão realizar vestibulares no ano de 2016; ainda em consulta ao Diário Oficial da União, o nome do CESA, do curso de Biologia ou de qualquer outro curso não estão presentes, diferentemente do noticiado pela referida reportagem. Em Pernambuco somente seis cursos tiveram seus vestibulares suspensos.

Nossa vinculação direta é com o Conselho Estadual de Educação de Pernambuco – CEE/PE e não com o MEC, o que não quer dizer que não tenhamos que seguir as resoluções que norteiam a educação superior brasileira. Somos parte do sistema educacional de Pernambuco e assim respeitamos as diretrizes deste respeitável conselho regulador educacional.

A realidade é que tais índices, infelizmente, nem sempre evidenciam a realidade de nossos centros acadêmicos. Por trás desses números, existe o trabalho árduo, respeitável e corajoso dos que fazem a educação neste país. Existem pessoas e instituições que merecem ser respeitadas como partes integrantes de um todo que é o CESA, que representa Arcoverde e toda uma região.

Desconhecemos os desejos que motivam este tipo de reportagem, que acaba por criar um desconforto entre aqueles que por aqui passaram e que construíram sua história. Nós do CESA vislumbramos uma educação de qualidade, impondo-nos de metas e objetivos exigentes em busca da constante melhora na qualidade de nossos cursos.

Nossa resposta, como sempre, virá com muito trabalho: começaremos 2016 com um novo curso de graduação em Gestão Comercial, primeiro a nível tecnológico de nossa IES - que agora conta com 7 cursos de graduação ao total –, trabalharemos para implantação de outros dois novos cursos, além da realização de um respeitável congresso educacional anual, a implantação de 400 bolsas no PIBID e mais de 1000 bolsas no PROUPE e 6 cursos de pós-graduação a nível de especialização com mais de 400 alunos matriculados.

Juntos por um CESA forte.

Franklin Santos Freire 
Diretor do CESA.
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Nota de Esclarecimento

Veículos jornalísticos de nossa cidade veiculam notícias não esclarecedoras sobre nossa nota no ICG do MEC, levando a sociedade arcoverdense a conceituar negativamente o trabalho de uma IES séria como a nossa.

Divulgam, em letras garrafais, que estamos entre as piores IES do Brasil. Precisamos esclarecer que não temos vinculação administrativa com o MEC e sim com o Conselho Estadual de Educação -CEE, o que nos coloca na posição de não sofrermos qualquer sanção administrativa, pois o CEE de Pernambuco não tem legislação para o caso.

Nossa participação se dá somente pela iniciativa de avaliarmos nosso trabalho ao passar de cada triênio. Em 2011 nossa nota no IGC foi 1,212 e agora em 2014 subimos para 1,944. Essa nota de 1,944 coloca o CESA com IGC contínuo 2. Para termos alcançado a nota alardeada 3, precisaríamos somente de mais 0,002 pontos.

Entre as Autarquias avaliadas, fomos a de maior nota, fruto de investimento pedagógico e físico ao longo do último triênio. Temos que ressaltar que variáveis importantes nos colocam em posição negativa como a atual no IGC, como por exemplo, nosso regime de trabalho que em uma variação de 0 a 5, nos classificou como nota 0 pois nosso regime é horista. Não poderíamos pedagogicamente mudar tal situação. Esse item influencia cerca de 30% da nota inicial, daí um grave prejuízo.

Defendamos nossa IES esclarecendo as melhorias e os projetos de ainda maior valor no futuro. Estamos redesenhando o CESA que queremos e união é fator importante. Votos de um Feliz Natal e Próspero 2016.

Prof. Franklin Freire - diretor do CESA.
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