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Da FAFOPA a AESA: memórias, vivências e história de uma IES Nordestina.

Esta noite de 19/08 foi de muita alegria e conhecimento para todos que fazem a AESA; iniciando um projeto que vai trazer rodas de conversa sobre a história da Instituição, parte das comemorações de 50 anos de funcionamento, a coordenação do curso de História, com apoio da direção do CESA, trouxe para um bate papo pra lá de animado o ex-presidente da Instituição, prof. Inocêncio Lima e os ex-professores Dr. Alder Júlio e Lúcia Vieira. 

Na ocasião o prof. Inocêncio afirmou que a história da Instituição foi feita com muita determinação, idealismo, amor e coragem. “A Faculdade de Arcoverde deu o ponta pé inicial para a interiorização da educação superior do estado. Arcoverde foi cidade pioneira, a partir daqui nasceram as demais Autarquias do interior do estado, todas municipais e públicas, a cidade se tornou referência dentro dos órgãos superiores de educação.”

História de garra reafirmada nas palavras dos seus amigos e colegas, os professores Alder Júlio e Lúcia, que foi docente na IES por 38 anos e enfatizou a alegria de fazer parte dessa história, onde foram construídas muitas amizades. 

Para encerrar a noite, o prof. Alder Júlio, que esteve nas salas de aulas arcoverdenses por 16 anos, lembrou das dificuldades superadas no início dos trabalhos da Autarquia e do grande passo que foi passar das licenciaturas curtas em Letras, Estudos Sociais e Ciências, para as licenciaturas plenas que oferecemos até os dias atuais. O professor deixou ainda um recado que motivou a todos presentes, sobre a importância da contribuição desta Instituição para a educação do estado, principalmente das parcerias com as instituições municipais da região. “Importante ter presente os desafios da atualidade, com estragos sendo feitos e que levam gerações para serem concertados, isso é principalmente papel da educação em formar uma cidadania crítica, capaz de modificar o seu ambiente, não se contentando com a simples garantia de ter aulas, mas com a formação de uma cidadania construtora.”

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I Colóquio Internacional Brasil-México

A ASSIESPE e suas treze autarquias educacionais sediadas nas cidades de: Afogados da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Belém do São Francisco, Belo Jardim, Cabo do Santo Agostinho, Garanhuns, Goiana, Limoeiro, Palmares, Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada; apoiarão evento internacional que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio na Faculdade de Administração e Direito do Recife.

O I Colóquio será realizado em parceria com a Universidade de Pernambuco nos dias 15 e 16 de maio, das 8:30 às 17:00, na Faculdade de Administração e Direito do Recife.

As palestras e todas as demais atividades também serão transmitidas ao vivo por meio da internet¸ rádio e podcasts.

Inscrições:
- EaD gratuita para apoiadores
- Presenciais R$ 25,00

Os alunos, professores e profissionais das Autarquias devem selecionar a categoria ASSIESPE para obter gratuidade nas inscrições. Os participantes receberão certificados.

Garanta já a sua vaga!
https://www.even3.com.br/coloquiobrasmex/

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Educadores sociais e psicólogos de Arcoverde debatem comportamento suicida

Em uma iniciativa do Centro de Referência da Assistência Social do São Cristóvão da Prefeitura de Arcoverde, em parceria com o curso de Psicologia da Autarquia de Ensino Superior - Aesa, educadores sociais e técnicos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Arcoverde - SCFV estiveram reunidos, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, para debater o eventual comportamento suicida e sinais perceptivos do problema que tem afetado desde pré-adolescentes até idosos.

Técnicos do CRAS São Cristóvão e de unidades de outros bairros, estiveram relatando casos de depressão ocorridos com usuários do SCFV, assim como estudantes das redes estadual e municipal de ensino, mantendo o anonimato dos atendimentos. “É importante debater os sinais perceptivos que podem desencadear o fluxo no comportamento do eventual suicida, precisamos debater a autoestima, procurar valorizar o sentido real da vida”, afirmou a secretária de Assistência Social de Arcoverde, Patrícia Cursino Padilha.

Estudantes do sexto período de Psicologia da AESA, também participaram do encontro, que faz parte da complementação curricular do estágio do curso. “Entendemos que quem comete suicídio não quer morrer, na verdade a pessoa quer matar a dor. Por isso é importante não pré-julgar, não se deve confundir tristeza com depressão”, disse Patrícia Ivanka, professora da Aesa e psicóloga do Centro de Testagem e Acolhimento - CTA.

Quem também falou no encontro foi psicopedagoga Rosa Brito. “É preponderante avaliar os riscos iminentes nos comportamentos suicidas, temos de conferir possíveis sinais de automutilação principalmente nos jovens, prestar atenção em frases que denotem desespero e desprezo pela vida; enfim nós educadores temos de ter um olhar de lince para identificar esses alertas diários”, avaliou. A iniciativa foi encerrada com a saudação de Arlany Ferreira, coordenadora do CRAS do São Cristovão. “Quero agradecer a todos integrantes de outros CRAS que aqui estiveram debatendo um assunto tão importante e que merece toda nossa atenção”, concluiu Arlany. O próximo encontro do grupo de estudos está previsto para acontecer na tarde do dia 13 de maio.

Fotos: PMA/divulgação

Fonte: PMA

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Comissão do CEE visita AESA para instalação do curso de Direito

Uma comissão do Conselho Estadual de Educação esteve visitando a AESA para averiguar as condições para instalação e funcionamento do curso de Bacharelado em Direito.
A comissão formada pelos professores Dra. Isabele Bandeira D'Angelo; Dr. George André Lando, Dr. Adriano Fábio Cordeiro teve acesso às duas bibliotecas virtuais, com mais de 4000 títulos disponíveis; instalações físicas da Instituição e o Projeto Pedagógico do curso, que foi construído em parceria com a AESGA.
O corpo docente do curso de Direito, será constituído por mestres e doutores: Prof. Ms.Franklin Freire, Prof. Ms. Austriclínio Andrade, Profa. Ms. Katya Carvalho; Prof.Luís Massilon, Prof. Ms. Hugo Chianca, Prof. Ms. Rodrigo Freitas de Santana, Profa. Dra. Bruna Jackes.
Esteve acompanhando a comissão e o corpo docente, Dr. Aldenio Ferro, representante da OAB.
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II Feira das Profissões

A II Feira das Profissões da AESA acontece amanhã, 22/11, a partir das 14h30.
Com o intuito de proporcionar aos jovens a oportunidade de conhecer algumas profissões e as novidades do mercado de trabalho. 
Será um momento único para a participação dos alunos concluintes do Ensino Médio, público em geral, nas atividades que serão desenvolvidas na feira. 
Nossos corpos discente e docente estarão orientando os futuros profissionais sobre as peculiaridades de cada profissão.

Não deixe de participar!

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Esclarecimentos sobre o Índice IGC

O principal indicador de qualidade das Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil é o Índice Geral de Cursos (IGC). Em uma escala que vai de 1 a 5, o índice leva em conta a situação de cursos de graduação, através da média dos últimos resultados disponíveis do Conceito Preliminar de Cursos (CPC) dos cursos avaliados da instituição no ano do cálculo e nos dois anteriores, ponderada pelo número de matrículas em cada um dos cursos computados, e também a nota Capes, que mede o desempenho na pós-graduação (mestrado e doutorado).

Durante o último ciclo de avaliação, realizado em 2014, o Ministério da Educação (MEC) classificou diversos cursos superiores e os resultados foram divulgados recentemente no portal do Inep. Cada área do conhecimento é avaliada de três em três anos pelo Enade. Por isso, o IGC tem como base os cursos avaliados nos últimos 3 anos pelo MEC.

As instituições que não conseguem atingir 3 pontos no IGC são consideradas insatisfatórias e entram na mira do MEC, podendo sofrer sanções e medidas para sanar os problemas encontrados pelo ministério.

Pois bem. Com tal notícia tomando os principais meios de comunicação, parte da imprensa local, de maneira leviana e irresponsável, divulgou informações errôneas, tiradas de seu contexto original, com o propósito único de macular a imagem de nossa instituição sem a devida indagação do fato, bem como o devido direto de esclarecimento.

Assim, na posição de diretor do CESA, sinto-me na obrigação de realizar alguns esclarecimentos.

Enquanto uma reportagem sustenta que o CESA estava entre as piores instituições do Brasil e utiliza dados desatualizados de 2013, cujo IGC, à época, era de 1,212, desconsiderou totalmente o conceito publicado na avaliação atual, que é de 1,944 (2014). Tal índice já passa a refletir o investimento feito pela IES em apenas um ano na melhoria da avaliação, fruto de melhorias na infraestrutura, renovação de todo o acervo bibliográfico, capacitação de professores e mudanças na estrutura didático-pedagógica. A nota atual de 1,944 deixa-nos a apenas 0,002 do índice IGC 3.

Outra reportagem trata especificamente do curso de Biologia, o qual, dentre todos os cursos avaliados no CESA, apresentou a maior melhora na comparação entre suas duas últimas avaliações, passando da nota 0,788 em 2011, para a de 1,788 em 2014. Cabe ressaltar ainda que, atualmente, o curso de Biologia é o que possui o maior número de professores especializados, contando com mestres, doutores e um pós-doutor, além de respeitáveis especialistas com vastos anos de experiência na formação de profissionais.

Tivemos acentuada melhoria nos cursos de Matemática e História, ambos com IGC 3, colocando-nos entre os melhores do estado. No ano de 2008 o curso de História estava entre os 5 piores do Brasil com IGC 1, realidade diferente da atual.

Em ambas as avaliações, o que nos prejudicou de forma direta foi nosso regime de trabalho, que em uma conceituação de 0 a 5, apresentou a nota mais baixa de todas, devido tão somente ao regime horista ainda vigente na AESA. Essa nota corresponde a 30% da nota do ENADE e compõe, por conseguinte, parte do IGC. Esclareço que a modificação do regime de trabalho do CESA foi defendida pela Direção desde os primórdios de nossa gestão, mas não nos cabe a tomada de decisão administrativa de tal modelo, sendo responsabilidade administrativa da autarquia e não de suas faculdades.

Direcionado a notícia em questão, esclarecemos a toda comunidade docente, discente, funcionários/as e à comunidade em geral, que o curso de Biologia do CESA não teve seu nome citado ou publicado por outra forma em nenhuma lista do MEC. Os despachos do MEC foram publicados no último de 23/12/2015 sob os números 97, 98 e 99. Esse último, lista de forma clara, o nome dos 68 cursos que não poderão realizar vestibulares no ano de 2016; ainda em consulta ao Diário Oficial da União, o nome do CESA, do curso de Biologia ou de qualquer outro curso não estão presentes, diferentemente do noticiado pela referida reportagem. Em Pernambuco somente seis cursos tiveram seus vestibulares suspensos.

Nossa vinculação direta é com o Conselho Estadual de Educação de Pernambuco – CEE/PE e não com o MEC, o que não quer dizer que não tenhamos que seguir as resoluções que norteiam a educação superior brasileira. Somos parte do sistema educacional de Pernambuco e assim respeitamos as diretrizes deste respeitável conselho regulador educacional.

A realidade é que tais índices, infelizmente, nem sempre evidenciam a realidade de nossos centros acadêmicos. Por trás desses números, existe o trabalho árduo, respeitável e corajoso dos que fazem a educação neste país. Existem pessoas e instituições que merecem ser respeitadas como partes integrantes de um todo que é o CESA, que representa Arcoverde e toda uma região.

Desconhecemos os desejos que motivam este tipo de reportagem, que acaba por criar um desconforto entre aqueles que por aqui passaram e que construíram sua história. Nós do CESA vislumbramos uma educação de qualidade, impondo-nos de metas e objetivos exigentes em busca da constante melhora na qualidade de nossos cursos.

Nossa resposta, como sempre, virá com muito trabalho: começaremos 2016 com um novo curso de graduação em Gestão Comercial, primeiro a nível tecnológico de nossa IES - que agora conta com 7 cursos de graduação ao total –, trabalharemos para implantação de outros dois novos cursos, além da realização de um respeitável congresso educacional anual, a implantação de 400 bolsas no PIBID e mais de 1000 bolsas no PROUPE e 6 cursos de pós-graduação a nível de especialização com mais de 400 alunos matriculados.

Juntos por um CESA forte.

Franklin Santos Freire 
Diretor do CESA.
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Nota de Esclarecimento

Veículos jornalísticos de nossa cidade veiculam notícias não esclarecedoras sobre nossa nota no ICG do MEC, levando a sociedade arcoverdense a conceituar negativamente o trabalho de uma IES séria como a nossa.

Divulgam, em letras garrafais, que estamos entre as piores IES do Brasil. Precisamos esclarecer que não temos vinculação administrativa com o MEC e sim com o Conselho Estadual de Educação -CEE, o que nos coloca na posição de não sofrermos qualquer sanção administrativa, pois o CEE de Pernambuco não tem legislação para o caso.

Nossa participação se dá somente pela iniciativa de avaliarmos nosso trabalho ao passar de cada triênio. Em 2011 nossa nota no IGC foi 1,212 e agora em 2014 subimos para 1,944. Essa nota de 1,944 coloca o CESA com IGC contínuo 2. Para termos alcançado a nota alardeada 3, precisaríamos somente de mais 0,002 pontos.

Entre as Autarquias avaliadas, fomos a de maior nota, fruto de investimento pedagógico e físico ao longo do último triênio. Temos que ressaltar que variáveis importantes nos colocam em posição negativa como a atual no IGC, como por exemplo, nosso regime de trabalho que em uma variação de 0 a 5, nos classificou como nota 0 pois nosso regime é horista. Não poderíamos pedagogicamente mudar tal situação. Esse item influencia cerca de 30% da nota inicial, daí um grave prejuízo.

Defendamos nossa IES esclarecendo as melhorias e os projetos de ainda maior valor no futuro. Estamos redesenhando o CESA que queremos e união é fator importante. Votos de um Feliz Natal e Próspero 2016.

Prof. Franklin Freire - diretor do CESA.
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